Minha mãe, minha mulher – 02-01/1
Como
tudo começou
Meu nome é Felipe, tenho 18
anos e moro com minha irmã – Claudia – e minha mãe – Luiza – uma mulher bonita
e bastante nova. Cláudia é um ano mais velha que eu e, como mamãe, também é
muito bonita.
Mamãe se entregou para um
namorado e, antes de completar dezessete anos, nasceu Cláudia que ao saber da
gravidez caiu fora deixando mamãe sozinha. Pouco antes do nascimento de Claudia
meu pai aceitou casar-se com mamãe e assumir a filha, um ano depois nasci.
O casamento ia a vento em popa
até que um enfarto pois fim ao relacionamento e, com apenas vinte e um anos,
mamãe ficou viúva. Com o passar do tempo voltou a sentir-se livre apesar dos
dois filhos e passou a vestir-se tal uma mocinha e a ser uma mulher sensual.
Hoje, com trinta e quatro anos,
veste o mesmo figurino que minha irmã e não é incomum trocarem roupas. Foi há
dois anos que começou nossa história comum.
Uma certa
sexta-feira Claudia foi dormir na casa de uma amiga e minha mãe estava
assistindo televisão na sala vestindo um baby-doll de Claudia bem curtinho,
branco e transparente que deixava ver a calcinha creme pequeneninha. Estava
deitada no sofá de bruços, a roupa subiu e a bunda – bonita e firme – com a
calcinha enterrada na regada me fez ficar morto de tesão. Não resisti e fui
para o banheiro tocar uma punheta me imaginando lambendo e cheirando aquela
escultura, mas mamãe viu e percebeu minha situação.
— Vamos ver
um filme filho? – me olhou e ficou presa no volume – Tem um bom que ainda não
assisti.
Respirei
fundo e voltei sentando acabrunhado no sofá e coloquei uma almofada em meu
colo. Mamãe riu e colocou a fita no vídeo cassete, era um filme de sacanagem e
em determinado instante quase tenho um treco ao ver que ela estava com as
pernas afastadas. Gelei ao ver, pela lateral da calcinha, a buceta bem
depilada.
— Parece que tua irmã ta de namorado novo –
falou sem desgrudar a atenção da televisão – Você sabe quem é?
Respondi que
não, minha voz estava embargada e senti o corpo arrepiar quando ela esticou a
perna direita e passou a acariciar minha coxa. Sei que ela fazia aquilo sem
outra intenção, mas minha cabeça doentia voou léguas. Tentei disfarçar, estava
morto de vergonha com os pensamentos, deitei e pus a cabeça em seu colo e ela
passou a fazer carícias em meus cabelos e, morrendo de medo, comecei alisar sua
perna.
Meu pau
parecia querer rasgar minha bermuda, fechei os olhos e, num ato sem pensar,
subi a mão até tocar na calcinha. Fiquei parado sentindo o calor que exalava da
xoxota, parecia que ela não estava percebendo o que eu estava fazendo. Esperei
uns instantes antes de passar o dedo entre suas pernas e ela deixou por alguns
momentos antes de segurar meu pulso.
— O que é
que meu garoto ta querendo? – perguntou com a voz sensual.
Estremeci,
mas ela não tirou minha mão e abriu um pouco mais as pernas, tornei passar o
dedo e senti que estava ficando úmida, ela suspirou.
— Não pode
fazer isso não filho... – falou baixinho.
Tomei
coragem, ela não tinha brigado e soltou meu pulso. Senti naquele instante que
poderia ir em frente, que tinha vencido a batalha inicial e fiquei passando o
dedo e sentindo que a calcinha ficava cada vez mais molhada.
— Pára com
isso filho... – ela gemeu – Isso é pecado...
Mas não fez
nada para impedir, senti que sua respiração ficava cada vez mais afetada.
— Pára
Lipe... Vamos assistir ao filme...
Parei um
pouco, tirei a mão e cheirei o dedo sentindo o aroma impregnado em minha pele.
— Essa mão é
muito boba... – falou suspirando – E esse dedo saliente é gostoso, viu?
Ela fechou
as pernas e terminamos de assistir o filme. Minha cabeça estava a mil, eu tinha
passado o dedo na xoxota de minha mãe e ela tinha gostado.
— Ta tarde
Lipe – tanto minha mãe quanto minha irmã me chamam assim – Amanhã tenho que ir
ao banco...
Levantou e
se curvou me dando um beijinho no canto da boca.
— Não vá
dizer pra ninguém o que você fez, viu? – sorriu e passou a mão em meu pau –
Puxa filho? Ta uma vara danada de dura... – riu e apertou meu pau.
Quase gozei
naquela hora. Ela ainda me olhou por alguns momentos antes de sair e ir para
seu quarto, fiquei deitado me sentindo realizado, tinha passado o dedo na
xoxota de mamãe e cheirado o seu perfume. Esperei quase quinze minutos antes de
me levantar e ir para meu quarto, mas ao passar pela porta do seu notei a luz
acesa e entrei. Ela estava sentada na banqueta do toucador olhando para o
espelho, caminhei como um zumbi até ficar atrás dela. Ela olhou meu reflexo no
espelho e sorriu.
— Vai te
deitar Lipe... – falou e vi um algo diferente em seu rosto – A gente não pode
fazer isso..
Não arredei
o pé, coloquei minhas mãos em seus ombros e fiz uma massagem, ela fechou os olhos
e pendeu a cabeça para o lado prendendo minha mão. Olhei para seu reflexo e vi
que estava de olhos fechados e a mão entre as pernas. Resolvi ousar mais e
desci minha mão até tocar no mamilo intumescido, ela gemeu baixinho.
— Não Lipe,
não... – mordeu o beiço – Vai te deitar filho... Não... Não faz isso...
Continuei
acariciando seu seio, ela tremeu quando apertei o biquinho e, num movimento rápido
e impensado, puxei a alça do baby-doll rasgando. Os seios durinhos e claros
ficaram a mostra, ela abriu os olhos e ficou olhando minhas duas mãos
acariciando seus seios.
— Filho... É
errado filho... A gente não pode...
Seguei seu
queixo e beijei seus lábios, estavam ressecados e ela não abriu a boca, prendeu
os lábios enquanto em tentava forçar minha língua para dentro de sua boca.
— Deixa
mãe... – pedi baixinho.
Aos poucos
senti que ela permitia que minha língua entrasse em sua boca, o hálito puro
sabor hortelã me pareceu a coisa mais gostosa que tinha provado. Nos beijamos,
não éramos filho e mãe, éramos dois seres entregues ao desejo.
— Isso é
loucura Lipe...
Ela se
levantou, o baby-doll caiu e ficou de calcinha, uma calcinha creme bem pequena
que quase não escondia a buceta depilada. Mamãe suspirou e me abraçou, senti os
bicos dos seios espetarem meu tórax, nos beijamos, nossas mãos nervosas
passeavam em nossas costas e, aos poucos, fui sendo empurrado para a cama.
Pronto, tinha vencido a ultima batalha, ia ter minha mãe com mulher realizando
todos os sonhos de minha vida.
— Lipe...
Lipe... – suspirou gemendo – Isso não pode estar acontecendo...
A fiz virar
e a empurrei com carinho para a cama, ela se deixou levar e deitou me olhando
dentro dos olhos. Fiquei olhando para ela enamorando o corpo bem feito, a
barriga sarada, os seios pequenos e alvos como se fossem de uma menina virgem,
bem durinhos e com os mamilos intumescidos. Me abaixei e segurei no cós da
calcinha, ela continuou me olhando sem dizer nada. Tirei sua calcinha e vi
aquela vagina lisa, a língua aflorada parecendo brilhar.
— Isso não
pode acontecer filho...
Ela suspirou
e deixou que eu lhe abrisse as pernas.
— Não Lipe,
não...
Abriu as
pernas e baixei a cabeça e lambi as beiradas reluzentes, ela gemeu, contorceu o
corpo e escancarou as pernas.
— Merda! –
ouvi ela xingar – Isso filho, isso Lipe...
Lambi a
portinhola, senti o sabor salobro tomando conta de meus sentidos. Mamãe se
contorceu, gemeu quando minha língua invadiu sua vagina alagada.
— Ui!
Lipe... – ouvi sua voz como se fosse uma melodia divina – Ui! Ai!..
Continuei
chupando e senti suas mãos segurarem meus cabelos e me espremendo contra seu
corpo, contra seu sexo sedento e dono de um aroma e sabor como nunca eu tinha
sentido.
— Ai meu
deus... Ai meu deus... – ela gemia – Como é gostoso Lipe... Isso... Chupa...
Mete a língua...
E chupei, e brinquei com o
grelo e tomei seu líquido, e senti seu corpo entrar em convulsão: tinha gozado
como ainda eu não tinha visto uma mulher gozar. Parei, fiquei sentindo o calor
aromático saindo da xoxota e entrando em minhas narinas.
— Vem cá...
Vem cá... – puxou meus cabelos e me levantei – Tu quase me mata de gozar garoto...
– sorriu.
Deitei em
cima dela, alisei seu rosto, brinquei com o mamilo, lambi sua boca seca.
— Meu
pirralho gostoso... – me encarou e riu – Deixa eu te fazer gozar...
Me empurrou
para o lado e ficou de joelhos na cama, ficamos nos olhando, não víamos nem mãe
e nem filho, éramos dois seres sedentos por prazer.
— Tu és
muito doido menino – se abaixou e nos beijamos – E eu sou mais doida ainda...
Este relato é contado em 4
episódios e você leu o 1º
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