Minha mãe, minha mulher – 03-01/2
Mamãe
quis tudo
Ainda hoje não sei por que
naquela noite não termos seguimos em frente, apenas ela me fez gozar em sua
boa, mas dormimos juntos realizados e felizes por havermos nos descoberto.
No sábado só
voltei a ver minha mãe no final da tarde quando minha irmã também chegou.
— Oi
gatinho... – Claudia sorriu e me abraçou – Trouxemos uma coisa pra ti..
Mamãe ficou
parada, nos olhamos e senti vontade de beijá-la, mas Claudia nunca ia entender.
— E aí mãe?
– falei – Senti tua falta...
Ela sorriu
para mim e olhou para minha cintura, meu pau estava duro. Claudia sentou no
chão da sala e rasgou o embrulho de papel pardo de onde tirou uma sunga de
banho, uma que há muito eu vinha namorando.
— Esse é meu
pra ti, e esse é da mamãe... – mostrou a sacola com três cuecas zorba – Experimenta,
vê se ficaram boas...
Olhei para
ela e me deu vontade de experimentar ali mesmo, peguei primeiro uma cueca e já
ia tirar a bermuda quando mamãe me olhou séria.
— Vai
experimentar no quarto... – olhou para Claudia – Não vê que tua irmã está aqui.
— Tem nada
não mãe, afinal somos ou não somos uma família sem frescura? – me olhou e sorriu
– Veste logo, quero ver como fica.
Não tive
coragem de olhar para mamãe e peguei os presentes e fui para o quarto. Pouco
depois escuto uma batida na porta, fui ver e era ela.
— Lipe, as
coisas não podem ser assim... – entrou e tornou fechar a porta – Tua irmã ia
ficar grilada se te visse de pau duro – caminhou para mim e segurou meu queixo
– Você vai ter de se controlar um pouquinho mais senão pode dar rolo filho.
Olhei pra
ela, ela tinha um sorriso estampado no rosto. Aproximei meu rosto e beijei sua
boca.
— Não
consigo me controlar com a senhora assim tão bonita e... E gostosa – falei baixinho.
Mamãe não
falou nada, apenas me abraçou e nos beijamos como dois amantes que se desejam.
— Vai ter de
ser assim até ela saber... – nos encaramos – Um dia ela vai ter de saber, mas
ainda é muito cedo...
Ficamos
abraçados por mais de dois minutos sentindo nossas respirações e nossos
corações batucando dentro do peito. Apesar de todo o desejo, apesar de termos
tido coragem em avançar além do imaginável éramos filho e mãe e essa condição
não havia como esquecer, como ultrapassar e nos enganarmos fantasiando não
haver esse elo natural que nos unia.
— Sabe Lipe,
hoje pensei muito sobre ontem – cofiou meus cabelos como sempre fez, só que ali
era diferente, haviam outros sentimentos – Adorei fazer o que fizemos e cheguei
a conclusão de que a gente pode e deve nos amarmos...
Senti o corpo
estremecer, também eu não consegui tirar a imagem de estar amando minha mãe
como mulher, de ter provado o sabor da xoxota por onde, há dezesseis anos, eu
nasci.
— A gente
sabe que isso é um erro, mas é um erro gostoso... – senti a mão descer até entrar
em minha bermuda e acariciar minha bunda – Nem teu pai me fez gozar tanto como
ontem...
Meus olhos
fechados, sentia o corpo vivo e arrepiado ao contato da mão em minhas nádegas.
Nossas respirações aceleradas, nossos sentimentos avolumados por aquilo que por
noites sem fim eu tinha sonhado.
— Mãe... –
solucei baixinho.
Novamente a
boca perfumada, os lábios macios e a língua inexperiente em uma experiência nova,
em uma vivência não vivida. Nos beijamos, meu pau estava duro, doía dentro da
cueca zorba apertada e desci a mão até suspender o vestido e sentir a pele
trêmula, quente e macia e um gemido, bem pequeno e sussurrado.
— Lipe...
Lipe... Meu menino... – mamãe gemeu quando meti a mão na calcinha e meu dedo tocou
no botão enrugado – Te quero garoto, te quero...
Estávamos
perto da cama, uma pressão pequena em nossos corpos bastou para que eu caísse
deitado, mamãe em cima de mim. Respirei extasiado e nos olhamos dentro dos
olhos como ainda não tínhamos nos olhado, não foi preciso falarmos nada, não
era necessário palavras e sons, apenas nossas respirações, nossos desejos.
— Quero
tudo... Quero tudo... – ela falou baixinho e sentou em meu corpo.
Fiquei
olhando a mulher bonita e gostosa escanchada em mim, vi quando abriu o botão do
vestido, quando se mexeu para tirar a roupa, quando o umbigo, a barriga e os
seios escaparam para a liberdade.
— Tu és
muito bonita mãe... – tentei sorrir – E mais gostosa ainda.
Ela riu, um
sorriso vivo iluminando o rosto de menina como se o tempo não lhe bastasse para
mostrar marcas, a pele macia, o beiço melado do batom exprimido e escorrido por
nossas bocas sedentas.
— Não sou...
– respondeu baixinho – São teus olhos...
Não! Não
eram meus olhos, bastava vê-la pela primeira vez para que vissem a verdade no
que falei. Ela continuou sorrindo um sorriso de enigma – lembrei a Mona Lisa –
como se pela mente nada além do desejo estivesse passando.
— Tira essa
cueca... – falou baixinho e levantou o corpo.
Sempre
olhando seu rosto arranquei a cueca, meu pau apontado para cima roçou na buceta
úmida e ela sentou, ainda vestia a pequena calcinha – acho que era de Claudia –
que pouco escondia, sentiu o volume, sentou, mexeu o corpo e fechou os olhos
preenchida pela sensação de sentir, novamente, um membro duro sob ela.
— Te adoro
mãezinha, te adoro...
Minhas mão
passearam na barriga, ela estremeceu. Subiram e tocaram nos seios, em ambos e
ela gemeu e se curvou, deitou-se sobre mim e a abracei sentindo os seios
espremidos em meu corpo, o calor, a maciez da pele e o hálito puro jogando
golfadas de respiração quente em meu rosto.
— Estou
viva... Estou viva... – repetiu uníssona.
Desci a mão
e afastei a calcinha, ela percebeu e levantou o corpo sabendo bem onde e o que
eu ia fazer. Olhos fechados, respiração forte, trêmula. Segurei meu pau, passei
entre suas pernas, estava depilada, a vagina lisa e coloquei bem onde nunca
deveria por. Ela gemeu, sentiu-me colado a ela e arrebitou a bunda deixando que
eu lhe buscasse o ponto do prazer, do desejo e da verdade. Estava no ponto, meu
pau alojado entre os grandes lábios mornos e fiquei parado solfejando o momento
como fosse melodia de amar, de sentir e ela respirou gemendo e se jogou para
baixo. O pau vergou, parecia recusar-se entrar como se fosse em uma singela
primeira penetração, como se fosse uma vagina virgem e intacta. Aliviou a
pressão para tornar forçar, fiquei parado apenas sentindo o contato, a
delicadeza do contato. Nossas bocas se uniram, minhas mãos espalmadas seguravam
as nádegas rijas e ela voltou a forçar e, como por encanto, me recebeu dentro,
estava de volta ao princípio, refiz o caminho da vida para dentro do sexo de
minha mãe.
— Hum! –
ouvi um lamento gemido e um sopro sobrado dentro de minha boca.
Ficamos
parados, nos beijávamos, nossos olhos fechados e senti o latejar daquela vagina
que me tinha feito sonhar, meus primeiros sonhos eróticos, meus primeiros
desejos e objeto das punhetas tocadas no banheiro, nas noite compridas no
quarto escuro imaginando ser ela, e não minha mão, abarcando meu pau.
— Porra
Lipe... – olhei seu rosto – Tu és muito grande cara... – ela sorriu, ficou
parada me olhando e sorria – Faz tempo que não transo... Ta no fundo filho...
E estava,
sentia as paredes apertadas, a umidade e um roçar gostoso.
— Fode Lipe,
fode...
Comecei
mexer, metia e tirava e ela suspirava parada, sentindo o entrar e o sair,
parada.
— Me
ajuda... – pedi, implorei – Me ajuda...
Aos poucos
ela começou a menear a cintura, rebolou e esfregou a pélvis à minha enquanto eu
continuava subindo e descendo, entrando e saindo. Éramos vida, uma só vida de uma
vida partilhada, não filho e mãe ou mãe e filho, apenas vidas que desejavam,
que sentiam prazer pelo prazer de ser e ter.
— Lipe!
Lipe! Lipe! – gemia.
O corpo
estremeceu em estertores de vida, tinha gozado um gozo especial, quiçá mais
intenso que na noite anterior. Mas não parou, continuou se esfregando,
rebolando e sentindo o membro entrar e sair. Fechei os olhos, tinha de fechar
enquanto riscas de choques intensos corria serelepes em minha espinha.
— Mãe!
Ia dizer que
estava por gozar, tentei sair, mas ela parecia endiabrada, se jogava para
frente e para trás, rebolava e se esfregava ensandecida gozando sem parar e
gemeu alto ao sentir o baque de meu gozo inundando a buceta.
— Lipe!!!!
Não resistiu e gritou alto meu
nome antes de abrir a boca, escancarar os olhos e se deixar cair sobre mim.
Ficamos como desfalecidos, tínhamos gozado, eu tinha gozado dentro de minha
mãe...
Este relato é contado em 4
episódios e você leu o 2º
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