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    Minha mãe, minha mulher – 05-01/4

    Nossa vida comum

     

    — Tu tá com sacanagem com mamãe Lipe... – Claudia cochichou em meu ouvido – Olha cara, não vai fazer ela sofrer...

    Olhei para ela espantado, tinha certeza de que ela já sabia ou pensava saber de alguma coisa a mais entre eu e mamãe, mas desconversei e com a volta da mamãe tentamos retomar as brincadeiras de antes.

    — Vamos gente! – mamãe me olhou – To meio alta já...

    Rimos e galhofamos, na verdade todos nos já estávamos tocados pelo álcool e voltamos para casa. No táxi as duas foram no bando de trás brincando com as coisas que aconteceram.

    — Tu parecia um menino bobão na loja... – Claudia deu uma bisca em minha cabeça – Tava morrendo de vergonha.

    Em casa ainda tomamos duas cervejas antes de irmos dormir.

    — E aí mãe, gostou da noitada? – Claudia perguntou deitada no sofá com a cabeça em meu colo – A Roberta ficou tiririca contigo...

    Nas outras vezes que nos encontramos sempre rolava uns amassos entre nos dois, mas não tinha nada sério.

    — Puxa Lipe? – mamãe me olhou – Não sabia que era tua namoradinha...

    — Né não mãe, a gente só fica... – belisquei a bunda de Claudia sem que mamãe visse – Tenho nada com ela não.

    Minha irmã riu da minha aperreação e continuou atiçando.

    — Mas bem que vocês não desgrudavam, né seu Felipe?

    — E o que é que tem filha? – mamãe notou como eu estava – Teu irmão é novo e bonitão, deve fazer sucesso com as gatinhas...

    Ficamos brincando até tarde quando mamãe resolveu tomar banho para se deitar, ficamos os dois na sala esperando que ela saísse do banheiro.

    — Tu ficou branco quando falei da Roberta... – minha irmã olhou para meu rosto – Te preocupa não que ela não vai ligar pras tuas escapadinhas...

    Não respondi, ainda sentia um pouco de vergonha de Claudia no tocante a mamãe.

    — Ela é gostosa? – perguntou.

    — Quem?

    — Tu sabe que estou falando da mamãe Lipe...

    Fiz de conta que não tinha entendido e tentei desviar o assunto, mas Claudia era capeta mesmo e insistiu.

    — Desde quando vocês... – parou.

    A porta do banheiro abriu e mamãe saiu enrolada numa toalha branca felpuda.

    — Vocês não vão tomar banho crianças? – parou perto do sofá – A água está uma gostosura.

    Claudia levantou e falou que ia na frente e, sem que mamãe pudesse impedir, ela puxou a toalha.

    — Me empresta a toalha mãe, a minha está suja.

    Mamãe ainda tentou segurar a ponta da toalha, mas Claudia puxou e correu para o banheiro. Mamãe me olhou, eu olhei para ela parada espantada tentando encobrir os seios e vestida numa calcinha folgada.

    — Que é isso Claudia? – mamãe desviou a vista de mim e fuzilou Claudia.

    Mas ela já tinha entrado no banheiro morrendo de rir.

    — Não liga pra ela mãe... – tentei sorrir – Ela ta brincando...

    Depois que Claudia saiu eu fui banhar e me deitar, mamãe já estava dormindo quando voltei para o quarto. Vesti uma cueca folgada e me deitei pensando em dormir.

    — Quero conversar... – olhei para a porta, Claudia entrou – Diz Lipe, tu e a mamãe estão transando?

    Ela ficou parada perto da cama, olhei para ela e suspirei forte. Não ia mesmo conseguir esconder por muito tempo, éramos só os três e desde muito novos fomos acostumados a não ter segredos, mas esse era por demais forte.

    — Tu ta transando com ela, tenho certeza... – sentou na beirada da cama – Não tenho nada com isso, mas é estranho Lipe...

    Tinha vontade de chorar, era estranho ouvir isso mesmo sendo verdade.

    — E o que tu pensas disso... – tive coragem de perguntar.

    — Sei lá! – passou a mão em minha cabeça – Já disse que acho estranho, nunca pensei que pudesse acontecer...

    — Pois é... Rolou e... E a gente foi em frente... – olhei para ela – Nem eu mesmo chego a acreditar que é verdade, a gente se gosta muito mais que devia...

    — Faz tempo... Vocês estão transando desde quando?

    — Faz muito tempo não, a gente gosta e... – suspirei – Sabe Claudinha, eu sempre tive um tesão danado por ela, desde pequeno...

    Claudia ficou me olhando, a mão macia repousada em meu peito, o rosto de garota sapeca era sério, não havia nada que demonstrasse o que estava pensando.

    — Eu que queria que ela namorasse... – senti seu corpo estremecer, ela suspirou e olhava para o nada – Mas nem que eu tentasse nunca me passou pela cabeça que vocês dois...

    Paramos de falar, ficamos calados embebidos em nossos pensamentos e sentimentos que se somam e formam um bolo na garganta. Claudia me empurrou para o canto e deitou sem dizer nada, apenas deitou e desligou a luz do abajur e ficamos olhando o escuro.

    — Deixa eu dormir aqui?

    Sua voz era estranha como estranho estava sendo aqueles dias. Não respondi, apenas me ajeitei e passei o braço por detrás de sua cabeça e lhe puxei para mim. Ela se deixou trazer e deitou a cabeça em meu tórax, ficou quieta, calada em consonância com a quietude da madrugada. Seu corpo macio exalando colônia de alfazema, os cabelos ainda úmidos com um leve odor de xampu e os seios, pequenas massas de erotismo espetando minha pele.

    — Boa noite Claudinha... – virei o rosto e beijei sua testa.

    Juro que não sei o que sonhei, só sei que foi uma noite sem tranqüilidade por tudo o que tinha passado desde que descobrira a mulher dentro de minha mãe, desde que sentira o sabor delicioso da vagina quase de criança, dos seios ainda rijos e do hálito morno e carregado de paixão. Não sabia se aquele sentimento era pureza ou safadeza, só sabia que nunca antes, em meus poucos anos de vida, tinha sentido um gozo tão intenso como o que sentira, que nunca uma mulher me completara com tanta maestria quanto ela.

    Se esse sentimento é pecaminoso, se nossa relação é criminosa não sei, não me interessa saber das convenções ou das leis insanas criadas pelo homem, não me interessa o que venha pensar essa sociedade hipócrita que condena sem nunca ter vivido, que apedreja sem nunca ter sentido e que aprisiona sem nunca ter tido a liberdade.

    — Lipe... Lipe...

    Abri os olhos ainda sonolento, Claudia me olhava pensativa e brincava passando o dedo em minha testa.

    — Acorda Lipe... – sorriu um sorriso de criança – Tua mulher já deve ter levantado.

    Olhei para ela, estava mais linda que a lindeza que me lembrava, os olhos ligeiramente inchados, o rosto marcado pelo vinco do lençol como se estivesse amassado, os cabelos parecia uma juba assanhada, mas estava linda como nunca tinha notado.

    — Claudinha... – falei baixinho, pisquei, a claridade que entrava pelo vidro da janela batia em meu rosto – Que horas é essa?

    Ela continuou me olhando dentro dos olhos, o rosto vincado, os olhos inchados e mais bela que sempre.

    — Deve ser umas nove horas...

    Bocejei gostoso, estiquei as pernas espreguiçando sem nada mais daqueles temores que me abateram o sono, que me jogaram num mar de dúvidas.

    — Vamos Lipe, a mamãe já deve ter acordado...

    Ia se levantar, ainda se levantou quando puxei pelo ombro e ela tornou cair e deitou em cima de mim. Nos olhamos sem dizer nada e sem nada dizer aproximei minha boca e beijei seus lábios, ela fechou os olhos, o corpo tremeu e a respiração ficou acelerada.

    — Que é isso Lipe? – forçou desgrudar nossas bocas e me olhou estranhando.

    Fiquei olhando seu rosto vincado, seus olhos inchados e os lábios brilhantes pela minha saliva e tornei a puxar sua cabeça e tornei beijar seus lábios e ela se deixou beijar. Foi um beijo sofrido de sofrer por sabermos de nossa condição, de nossa relação, mas foi um beijo diferente de tantos outros que trocamos na vida, diferente, forte e verdadeiro.

    — Não Lipe, não... – tornou forçar separar nossas bocas – Mamãe pode entrar.

    Levantou ligeira fugindo do contato que sabia ser outro que os outros, sem malícia, que sempre tivemos.

    — Tua mulher me mata se ver a gente assim – virou-se, ria divertida – Deixa de ser galinha cara, agora tu tens uma mulher.

    Saiu do quarto direto para o banheiro e fiquei ainda deitado sentindo o sabor do hálito dormido dentro de minha boca. Levantei, arrumei a cama, abri a janela e vi o dia claro e fresco, a brisa gostosa me tocando o corpo quente. Era outro dia, outros momentos e outras realidades a serem encaradas e vividas. Esperei que Claudia saísse do banheiro para entrar, fazer minha higiene matinal e tomar um banho que espanasse os sentidos embaralhados em minha mente.

    — Você quer um bife filho? – mamãe perguntou quando me viu entrando no banheiro.

    Preferi um copo de suco de laranja e torradas quentes, saí direto para a cozinha onde Claudia já estava.

    — Dormiram bem? – mamãe perguntou sem se virar, estava fazendo o suco.

    Notei uma pontada de irreverência e tive certeza de que ela nos viu dormindo juntos, olhei para Claudia, mas ela parecia absorta aos pensamentos, brincava com uma colher.

    — Dormi, e a senhora? – respondi.

    — Como uma pedra... Bastou cair na cama pra eu apagar... – virou o rosto e me olhou – Tava pensando em almoçar fora, um churrasco caia bem, não achas?

    — To com vontade de sair não... – Claudia olhou para mamãe – To morrendo de sono...

    Mamãe olhou para ela e um sorriso maroto passeou no rosto, depois olhou pra mim e balançou a cabeça. Senti que ela estava pensando que tinha acontecido alguma coisa, que eu e Claudia tínhamos feito mais do que apenas dormirmos abraçados, deu vontade de falar, mas minha irmã tocou em minha perna.

    — Vão vocês dois, eu fico em casa e faço um lanche... – senti a mão de Claudia repousada em minha perna – Assim eu não atrapalho, né Lipe?

    Mas terminamos ficando mesmo em casa e a manhã correu sem nenhum atropelo, mas mamãe estava estranha e parecia evitar contatos comigo, Claudia também notou e, sabida como ela é, arrumou uma saída para visitar uma amiga e logo depois do almoço fiquei só com minha mãe.

    — E aí Lipe, como foi a noite?

    Estava no quarto deitado assistindo um filme qualquer na televisão quando ela entrou e sentou na beirada da cama.

    — Claudinha queria conversar... – desliguei a televisão e sentei de pernas cruzadas – Não rolou nada mãe, a gente só conversou...

    — Vi vocês dormindo abraçados... – ela me olhou séria – Não aconteceu nada mesmo?

    Não respondi, fiquei olhando pra ela querendo acreditar que ela não estava pensando aquilo, mas sabia que dificilmente poderia ter outro pensamento senão que eu e Claudia tínhamos transado, afinal de contas o que estava acontecendo conosco por si só já deixava margens para dúvidas.

    — Teve nada não... A gente não transou... – respondi e segurei sua mão, estava quente e suada – A gente só conversou e... E ela dormiu, mas não rolou nada.

    Mamãe ficou olhando eu segurar sua mão e fazer carinho.

    — Posso saber o que vocês conversaram?

    — Ela desconfiou da gente... – suspirei e mordi o lábio.

    — Sei... Ela andou me fazendo umas perguntas... E você, respondeu o que?

    — O que eu tinha de responder? – olhei para ela – Disse que era verdade, que a gente se gosta mais do que filho e mãe.

    Mamãe ficou olhando fixo para mim sem falar nada, não foi preciso que falasse algo, o olhar já dizia tudo. Esperei que ela falasse, mas ela não falou e puxei sua mão e ela se deixou puxar e deitou repousando a cabeça em minhas pernas.

    — Fica preocupada não, ela não foi contra... – passei a mão em seus cabelos – Só pediu para eu não brincar com teus sentimentos.

    Ela ficou quieta sem falar nada por muito tempo e eu continuei fazendo carinho em sua cabeça.

    — E o que é que você sente? – ela suspirou e sentou em minha frente de pernas cruzadas – Você já pensou nisso Lipe? Sou tua mãe, te pari e fodi contigo... – fechou os olhos e baixou a cabeça – Sabia que sonhei muitas noites com isso que nos aconteceu?

    E o que dizer de mim, das noites que me masturbei fantasiando estar com ela, sentindo o frescor de sua mão passeando em minha pele, o calor morno de sua boca abarcando meu pau, a língua deliciosa brincando com a minha, os braços carinhosos abraçando meu corpo, o contato com os seios pequenos de quase menina moça.

    — Também sonhei... – falei suspirando.

    — Ontem no bar quando fui pro banheiro tive vontade de chorar e hoje, quando vi vocês dois abraçados... A perna de Claudia sobre teu corpo, os peitinhos dela espremidos em ti... – a voz foi fugindo, quase não escutava – Fiquei com medo de ti perder...

    Descruzei as pernas e puxei minha mãe para mim e nos abraçamos, ela tremia e respirava agoniada.

    — Tu és minha mulher... – falei sussurrando em seu ouvido – A única mulher que quero para mim...

    Lembrei das coisas que minha irmã me falou.

    — Tu queres ser minha mulher Luiza? – foi a primeira vez que a chamei por seu nome, não mais mãe, Luiza, minha mulher.

    Depois daquela conversa assumimos de vez nossa relação. Claudia aceitou sem nenhuma restrição e passei a dormir em sua cama, a cama de Luiza minha mulher.

    Mas a vida e a natureza são impiedosas e Luiza engravidou. Foi Claudia quem espalhou que mamãe tinha engravidado de um ex-namorado, fez isso sem que soubéssemos. Foi só depois de um telefonema de uma amiga de mamãe que soubemos da história montada por minha irmã.

    E foi essa história que passamos a defender, os três, e que jamais levantou qualquer suspeita sobre a real paternidade de Luiza Cláudia, minha irmã e filha.

    Hoje vivemos em uma pequena fazenda. Sou veterinário e Claudia agrônoma, temos um pequeno rebanho de gado leiteiro que abastece nossa industria de doces caseiros e criações outras que entretece Claudinha e toma o tempo de mamãe.

    Nossa vida é normal e feliz, somos uma família unida que nunca pensou em se separar. Claudia, irmã e tia, é madrinha de minha filha irmã e...

    Este relato é contado em 4 episódios e você leu o 4º

     

     

     

     

     

     

     

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      Posted on : Mar 23, 2009
     

     
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