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    Jamal e Elizabeth

    O calor sufocante do Kansas em 1963 pesava sobre a terra como um cobertor úmido. Pedro, um rapaz branco de 21 anos, magro e com olhos azuis cheios de desespero, chegara há uma semana da Itália, sonhando com ouro na América. Em vez disso, encontrou Jamal. Jamal não era apenas o dono da fazenda "Cedar Ridge"; era uma força da natureza. Negro, 65 anos, ombros largos como tonéis, mãos calejadas que pareciam ter moldado a própria terra. Seu rosto, marcado por rugas profundas e um bigode grisalho, raramente mostrava algo além de severidade. Pedro, desesperado por dinheiro para voltar para casa, tentou roubar o cofre do escritório na calada da noite. Jamal o encontrou antes mesmo de ele tocar na maçaneta. "Pequeno idiota," a voz de Jamal ecoou no silêncio, grave como trovão distante. Pedro congelou. O medo gelou seu sangue. Jamal não chamou a polícia. Em vez disso, arrastou Pedro pelos cabelos, como um gatinho desobediente, para o porão escuro e úmido da casa principal. A transformação começou na manhã seguinte. Jamal contratou três mulheres: Ruby, com mãos ágeis de ex-enfermeira; Maxine, especialista em "refinamento" de garotas de bordel; e Delilah, uma cabeleireira com um olhar cruel. Pedro foi despido à força, suas roupas masculinas rasgadas e jogadas num canto. Ele lutou, gritou, chorou. Jamal assistiu, impassível, fumando seu cachimbo enquanto as mulheres trabalhavam. Primeiro, a depilação. Pedro berrou quando a cera quente arrancou os pelos das pernas, virilha, peito e axilas. Sua pele branca ficou vermelha e irritada. Depois, as sobrancelhas foram pinçadas até formar um arco fino e dramático, dando ao seu rosto uma expressão permanentemente surpresa e submissa. As unhas foram alongadas com extensões de acrílico, pintadas de vermelho cereja brilhante. Furos nas orelhas, brincos dourados de argola pendurados. Maxine aplicou cílios postiços pesados e uma maquiagem pesada – base clara, blush cor-de-rosa, delineador grosso e batom vermelho-sangue. Ruby injetou colágeno nos seus lábios, inchando-os de forma grotesca e sensual ao mesmo tempo. Finalmente, Delilah colou extensões loiras platinadas, formando uma cascata de cachos volumosos até os ombros. Jamal entrou com uma caixa de roupas. "Vista ela," ordenou às mulheres. Pedro, agora irreconhecível, foi vestido como uma boneca. Primeiro, uma calcinha de renda preta, apertada. Depois, um sutiã "tomara que caia" de cetim vermelho, empurrando seus pequenos seios (já inchados pelas primeiras injeções de estrogênio que Ruby administrara) para cima. Meias de seda bege foram puxadas com cuidado, seguradas por uma cinta-liga preta com fivelas brilhantes. Uma saia plissada vermelha, curta o suficiente para mostrar as ligas, completou o visual. Sandálias de salto agulha altíssimo foram enfiadas em seus pés. Ele cambaleou, quase caiu. "Olhe para si mesma," Jamal ordenou, apontando para um espelho cheio de manchas no canto. Pedro – não, *ela* – olhou. O reflexo era de uma mulher pálida, loura, com lábios carnudos e olhos pesados de maquiagem. Horror e confusão estampados no rosto. Jamal aproximou-se por trás, suas mãos enormes agarrando seus quadris estreitos. "Seu nome é Elizabeth agora. Minha esposinha Elizabeth." Seu hálito quente chegou ao seu ouvido. "E você pertence a mim." Ele colocou um colar de ouro grosso em seu pescoço. Tinha um pequeno dispositivo eletrônico embutido. "Se você sair do perímetro da fazenda... *pum*." Ele fez um gesto explosivo com a mão. "Nem cinzas sobrarão, minha boneca." A vida de Elizabeth começou. Os empregados – todos homens negros, fortes, acostumados à brutalidade de Jamal – viram a transformação. O garoto branco sumira. No seu lugar, uma boneca loura, trêmula, vestida como uma garota de revista dos anos 60, seguia Jamal como uma sombra. Cochichavam, riam baixo. "Olha só a esposinha do patrão," diziam. "O branquelo virou puta." Tiradas fotos às escondidas quando ela passava, filmavam seus passos hesitantes nos saltos altos. Jamal ignorava. Ele gostava do escárnio. Os castigos eram diários. Qualquer deslize: uma xícara mal lavada, um vinho servido na temperatura errada, uma ruga na camisa de Jamal. Ele a chamava para o escritório, sentava-se na sua poltrona de couro. "Elizabeth," sua voz era um aviso. Ela tremia. "Venha aqui. Agora." Ela se aproximava, os saltos batendo no chão de madeira. Jamal a puxava bruscamente pelo braço, virando-a de costas. Com um movimento rápido, ele abaixava sua calcinha de renda até os joelhos, expondo suas nádegas brancas e arredondadas pelo estrogênio. Ele a jogava de bruços sobre seus joelhos poderosos. A primeira chinelada era sempre a mais chocante. O som da palma enorme contra a carne macia ecoava pela casa como um tiro. Elizabeth gritava, um som agudo e desesperado. Cada tapa seguinte era mais forte, mais preciso. Suas nádegas tremeluziam, ficando vermelhas, depois roxas. Ela esperneava como uma criança, soluçando, implorando: "Por favor, Jamal! Eu me comporto! Eu prometo!" As lágrimas escorriam, borrando a maquiagem cuidadosa. Às vezes era a mão. Outras, uma régua de madeira que estalava com força. Ou o cinto de couro, que deixava marcas finas e ardentes. Jamal batia com método, sem pressa, até ela estar completamente subjugada, chorando inconsolavelmente. Depois da surra, vinha a "agradecimento". Jamal a puxava pelo cabelo louro até ficar de joelhos entre suas pernas. "Agradeça pelo seu castigo, esposinha," ele ordenava, abrindo lentamente o zíper de suas calças de trabalho. Ela soluçava, o rosto encharcado de lágrimas e rímel. Seus lábios inchados de colágeno tremiam enquanto ela se inclinava. O cheiro dele era forte, animal. Ela abocanhava seu pênis negro, enorme e já duro. Tentava chupar como Maxine ensinara – molhada, barulhenta, com movimentos de língua exagerados. O som de sucção úmida preenchia o quarto. Ela lambia as bolas pesadas, cobria tudo com marcas de batom vermelho enquanto ele segurava sua cabeça, guiando-a com força. "Isso, sua vagabunda branca," ele resmungava, seus dedos apertando seu couro cabeludo. "Chupa direito." Ela engasgava, mas continuava, sabendo que qualquer hesitação significaria mais dor. Os anos passaram. As injeções de hormônios remodelaram Elizabeth. Seus quadris alargaram um pouco, sua pele ficou mais macia, seus pequenos seios mais firmes. O cabelo louro estava sempre impecável. As roupas eram sempre provocantes: vestidos justos de decote profundo, saias micro-mini, lingerie de seda transparente. Ela aprendera a andar nos saltos com confiança, a servir o jantar com graça teatral, a manter a casa impecável sob o olhar vigilante de Jamal. Aprendera principalmente a satisfazê-lo. Chupar seu pau até ele explodir na sua garganta, engolindo tudo sem reclamar. Dar-lhe o cu, sempre de quatro, enquanto ele a fodia com força bruta, suas nádegas ainda marcadas pelas surras anteriores tremulando com cada embestada. Ele nunca foi gentil. Era sempre violento, sujo, possessivo. Ele a chamava de "minha garotinha branca", "minha putinha loura". A virgindade anal foi tirada dois anos depois. Jamal estava particularmente irritado. Ele a jogou de bruços na cama de casal, arrancou sua calcinha e entrou nela sem qualquer preparação, sem lubrificante, com uma força que a fez gritar como um animal ferido. Ela chorou, soluçou, arranhou os lençóis enquanto ele a rasgava por dentro, seus gritos abafados pelo travesseiro. "Chora mais, sua vagabunda," ele rosnava, segurando seus quadris com força enquanto a fodia sem piedade. Sangue manchou os lençóis. Foi a dor mais aguda que ela já sentira. Mas depois... depois veio uma estranha sensação de pertencimento. De ter sido completamente dominada, possuída. Os castigos continuavam por qualquer motivo: uma sopa sem sal, uma poeira esquecida, um olhar que ele julgou insolente. Jamal adorava humilhá-la publicamente. Ele a arrastava até a janela grande da sala de estar, abaixava sua saia curta e suas calcinhas, e começava a bater em suas nádegas brancas e arredondadas com uma palmatória de madeira enquanto os empregados trabalhavam no jardim. Os homens paravam, riam, apontavam, filmavam com suas câmeras portáteis. "Olha só a esposinha branca apanhando!" gritava um. "Acho que o patrão tá ensinando boas maneiras!" zombava outro. Elizabeth chorava, gritava, implorava, sua bunda tremeluzindo e ficando vermelha sob os golpes, exposta para todos verem. A vergonha era tão intensa quanto a dor física. Mas algo mudou dentro de Elizabeth. O terror inicial transformou-se em aceitação. A dor física tornou-se uma sensação familiar, até mesmo... necessária. Era a prova de que ela existia para Jamal. A violência dele era sua atenção, sua posse. A humilhação pública era o seu lugar no mundo. Ela aprendeu a antecipar seus desejos, a dobrar suas roupas perfeitamente, a preparar seu bourbon exatamente como ele gostava. Aprendera a chupar seu pau com uma devoção que o fazia gemer baixo, seus dedos se enrolando em seus cabelos louros. Aprendera a arquear as costas quando ele a fodia por trás, gemendo alto como as atrizes dos filmes NuWest que ele a obrigava a assistir e imitar. A dor anal transformara-se em uma dor aguda e prazerosa que ela agora buscava, empinando-se para ele quando ele chegava cansado do trabalho. Uma tarde quente de 1968, cinco anos após sua chegada, Elizabeth estava de joelhos no escritório, limpando uma mancha de vinho no tapete persa. Vestia um vestido de algodão rosa claro, simples mas curto, que deixava suas pernas nuas até as ligas visíveis. Jamal entrou, olhou para ela, seus olhos escuros percorrendo seu corpo. Ele não disse nada. Apenas soltou o cinto das calças. Elizabeth olhou para cima, seus olhos azuis bem maquiados encontrando os dele. Sem uma palavra, ela se aproximou, seus saltos altos fazendo um som suave no chão. Ela abocanhou seu pau já duro com familiaridade, começando a chupá-lo com movimentos úmidos e barulhentos, suas mãos de unhas vermelhas acariciando suas bolas. Ela olhava para ele enquanto fazia isso, submissa, mas com uma centelha de... satisfação? Posse? Jamal soltou um grunhido baixo, sua mão pesada descansando em sua cabeça loura. Mais tarde, enquanto ele lia o jornal e ela lhe servia café, ele passou a mão pela sua bunda ainda dolorida de uma surra matinal por ter esquecido o açúcar. Elizabeth não se encolheu. Ela apenas sorriu levemente, um sorriso submisso, mas genuíno. "Mais café, Jamal?" ela perguntou, sua voz agora permanentemente suave e feminina. Ele assentiu sem olhar. Ela serviu, os brincos de argola balançando suavemente. A fazenda "Cedar Ridge" continuava sob o sol implacável. Pedro estava morto. Elizabeth, a esposinha loura e obediente de Jamal, havia aprendido a amar seu lugar. A dor, a humilhação, a violência... eram apenas o preço da certeza. Ela pertencia. E isso, para Elizabeth, era tudo o que importava.
     
      Posted on : Oct 17, 2025
     

     
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