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    Tyrone & Bianca

    O calor úmido de Kampala grudava na pele de Enzo como uma segunda camisa. Com apenas 21 anos, o brasileiro se sentia deslocado entre os arranha-céus de vidro fumê da Tyrone Diamond Corporation. Os números na tela do computador dançavam – cifras astronômicas de diamantes brutos transformadas em colunas limpas de lucro. Foi fácil. Tão fácil quanto inserir uma conta nas Ilhas Cayman entre os fornecedores fantasmas. O primeiro desvio foi modesto, apenas o suficiente para pagar aquela dívida de faculdade. Depois veio o apartamento de luxo à beira do Lago Vitória, depois o carro importado. Até que um dia, a porta do escritório se abriu sem aviso.
    Mr. Tyrone ocupava o vão como um baobá ancestral. Seus 65 anos carregavam a autoridade de quem construiu um império com as próprias mãos. Os olhos, cor de âmbar escuro, fixaram-se em Enzo como alfinetes. "Senhor Ferreira," a voz era grave, rouca de tabaco e decisões irrevogáveis. "Acompanhe-me." No elevador panorâmico, enquanto a cidade descia sob seus pés, Enzo sentiu o suor frio escorrer pelas costas. No escritório privativo de Tyrone, com vista para o rio Nilo, o silêncio foi quebrado por um dossiê espesso batendo sobre a mesa de ébano. "Três milhões de dólares," Tyrone declarou, os dedos nodosos apontando para as transações. "Em Uganda, isso não é fraude. É traição contra o Estado. Prisão perpétua... ou pior." Um sorriso lento, como óleo derramado, deslizou pelo rosto enrugado. "Mas talvez haja alternativa." Enzo engoliu seco. "Por favor, senhor... faço qualquer coisa." "Qualquer coisa?" O sorriso alargou-se, revelando dentes brancos e perfeitos contra a pele ébano. "Sempre desejei uma secretária branca. Do estilo antigo. Elegante... submisa." O sangue congelou nas veias de Enzo. Mas o olhar de Tyrone não deixava espaço para negociação – só o abismo da cela ugandense ou o precipício da proposta. *** A transformação foi meticulosa como um corte de diamante. Na mansão fortificada de Tyrone nos arredores da cidade, Enzo desapareceu. Em seu lugar surgiu Bianca. Primeiro, as roupas: calcinhas de cetim que roçavam como um segredo, meias de seda que subiam até as coxas presas por ligas de renda, saltos agulha que transformavam cada passo numa prova de equilíbrio. Saia lápis tão curta que qualquer movimento revelava a renda das ligas. Blusas de chiffon transparente sobre sutiãs "tomara que caia" que exibiam contornos indecentes. Depois, o corpo: agulhas de colágeno inchando os lábios num pout sensual; hormônios injetados metodicamente que suavizaram contornos e despertaram sensações novas e confusas; unhas longas pintadas de vermelho sangue; sobrancelhas arqueadas como asas de pássaro; brincos de argola dourados que balançavam com cada movimento. Extensões transformaram o cabelo castanho numa cascata de ondas loiras platinadas. "Srta. Bianca," Tyrone apresentou-a no escritório na manhã seguinte, a mão pesada repousando na curva da sua cintura. O silêncio foi ensurdecedor. Colegas desviaram o olhar rápido demais. Ninguém comentou. Ninguém ousou. A rotina era ritualística. Bianca sentava-se à mesa ao lado da de Tyrone, as pernas cruzadas, consciente do olhar que percorria suas coxas nuas acima das meias. O menor erro – um café muito frio, um documento fora de ordem – desencadeava a cerimônia. "Minha sala. Agora." A ordem era sibilante. Dentro, a porta trancava-se. Tyrone sentava-se na poltrona de couro. Um gesto imperioso. Bianca sabia o ritual. Debruçar-se sobre os joelhos dele, a saia levantada, expondo as nádegas apenas cobertas pela fina renda da calcinha. A primeira palmada era sempre um choque – um estalo seco que ecoava contra as paredes de mogno. "Aaaaah!" O grito escapava-lhe involuntariamente, agudo, feminino. "Controle-se, Bianca," Tyrone roncava, a mão larga descendo novamente com força calculada. *Tapa!* "Você é minha secretária?" *Tapa!* "Minha propriedade?" *Tapa!* "Sim, senhor! Ah! Por favor!" Ela esperneava, as unhas vermelhas arranhando o couro da poltrona. Os gemidos misturavam dor e uma humilhação profunda que a fazia queimar por dentro. Os implementos variavam: a régua de madeira que deixava listras vermelhas e quentes; o cinto de couro macio que estalava como um trovão; às vezes, apenas a palma enorme e áspera de Tyrone, marcando a pele alva com impressões digitais cor-de-rosa. Após a última palmada, quando as nádegas latejavam como brasas, vinha a segunda parte. Bianca deslizava de joelhos no tapete persa, soluçando, o rímel escorrendo. As mãos trêmulas abriam o zíper das calças de Tyrone. O membro negro, já rígido, emergia, espesso e imponente. Ela envolvia-o com os lábios inchados de colágeno, o batom vermelho deixando manchas de desejo artificial na pele escura. A língua lambia o comprimento salgado, explorava a cabeça inchada, massageava as bolas pesadas e enrugadas. O gosto era acre, masculino, dominador. Os soluços misturavam-se aos sons úmidos de sucção enquanto Tyrone segurava sua cabeça loira, guiando o ritmo. "Obrigada pela lição, senhor," ela murmurava, a voz rouca e submissa, antes de engolir mais fundo. *** Os anos passaram. Bianca tornou-se uma extensão perfeita do desejo de Tyrone. Até que, numa tarde abafada, ele a chamou ao escritório não para castigo, mas para uma proposta. "É hora de uma esposa," anunciou, os olhos percorrendo o corpo que ele moldara. "Você servirá." A cerimônia foi íntima, rápida. Na lua de mel numa ilha privada, Bianca perdeu o que restava de sua antiga identidade. De bruços sobre lençóis de seda, as nádegas ainda marcadas por uma surra por ter derramado champanhe, ela sentiu Tyrone lubrificar-se abundantemente atrás dela. "Relaxe, esposinha," o comando era áspero. A penetração foi lenta, excruciante, dilacerando músculos nunca usados. Bianca gritou, um som agudo e animal de dor pura. Tyrone agarrou seus quadris e começou a empurrar, cada investida uma punição, uma afirmação de posse. Sangue manchou os lençóis. Quando ele finalmente explodiu dentro dela, grunhindo como um animal, Bianca chorou silenciosamente, o rosto enterrado na almofada. Era melhor que a cela. Tinha que ser. De volta a Kampala, a vida doméstica era uma continuação do escritório. Uma camisa mal passada? *Tapa! Tapa! Tapa!* nas nádegas expostas sobre a mesa de jantar. A sopa sem sal? *Crack!* da régua enquanto ela se apoiava no balcão da cozinha. E havia os espetáculos públicos. Tyrone a levava até a sacada de mármore da mansão, com vista para a rua movimentada. Empurrava-a contra o parapeito baixo, levantava a saia curta e puxava a calcinha de renda para o lado. As palmas altas e rítmicas nas nádegas branquíssimas de Bianca ecoavam na rua. Ela gritava, fingia resistência, esperneava como nos filmes NuWest que ele a obrigava a estudar. Os transeuntes abaixavam os olhos ou sorriam com cumplicidade. A humilhação era total, completa. Mas ela aprendera. Ajoelhada entre as pernas dele enquanto ele lia os relatórios financeiros, ela chupava o membro negro com devoção úmida e barulhenta. Sabia como massagear as bolas com a ponta da língua, como engolir até o fundo provocando um gemido gutural. Sabia oferecer o traseiro ainda dolorido com um arquear de costas que era pura obscenidade. Era pornográfico? Escandaloso? Sim. Mas o cheiro do escritório da polícia ugandense, o som das celas superlotadas... isso sim era o verdadeiro terror. Às noites, enquanto Tyrone roncava ao seu lado, Bianca tocava as cicatrizes discretas nos quadris, os lábios artificiais, os seios pequenos mas definidos pelos hormônios. O reflexo no espelho do banheiro era de uma loira vulgar, marcada pela submissão. Enzo estava enterrado sob camadas de cetim, colágeno e medo. Sobreviver tinha um preço. E Bianca pagava, diariamente,
     
      Posted on : Oct 16, 2025
     

     
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