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    A Submissao de Bianca [forced feminization]

    Enzo chegou a Kampala com sonhos de ouro. Brasileiro, 21 anos, pele clara herdada dos avós italianos, imaginava uma carreira meteórica na contabilidade da "Uganda Diamond Consortium". O ar condicionado do escritório contrastava com o calor úmido lá fora, e o silêncio era quebrado apenas pelo clique dos teclados e o olhar pesado do presidente, Mr. Tyrone. Um homem de 65 anos, cabelos grisalhos cortados à navalha, ternos impecáveis de linho e um olhar que parecia atravessar paredes. Antiquado, sério, temido.
    A tentação veio fácil. Pequenos desvios, transferências quase imperceptíveis para uma conta nas Ilhas Cayman. Enzo justificava: um salário modesto, o custo de vida, o desejo de voltar ao Brasil com uma fortuna. Durante meses, sentiu a adrenalina do golpe perfeito. Até que, numa tarde abafada, foi chamado ao salão de mármore do escritório de Tyrone. "Entre, jovem Enzo", a voz de Tyrone era grave como um trovão distante. A porta fechou-se com um clique final. "Sente-se." Enzo obedeceu, as pernas trêmulas. Sobre a imensa mesa de mogno, Tyrone deslizou uma pasta. Dentro, extratos bancários, registros de transferências, tudo marcado em vermelho. O sangue drenou do rosto de Enzo. "Em Uganda," Tyrone começou, erguendo-se com lentidão, sua sombra engolindo Enzo, "roubar diamantes... ou o dinheiro deles... é considerado um crime contra a nação." Ele inclinou-se, as mãos apoiadas na mesa. "Prisão perpétua. Em certas circunstâncias... execução pública." Cada palavra era um martelo. "Os tribunais são severos com... estrangeiros gananciosos." O desespero tomou conta de Enzo. Caiu de joelhos, as palavras um rio de súplicas em português e inglês torto. "Perdoe-me, Sr. Tyrone! Eu devolvo tudo! Farei qualquer coisa! Qualquer coisa para não ir para aquela prisão!" Lagrimas quentes rolaram. Tyrone ficou imóvel, observando o jovem se desmanchar. Então, lentamente, um sorriso se formou nos seus lábios finos. Não era caloroso. Era o sorriso de um predador que encontrou a presa perfeita. "Qualquer coisa...", ele repetiu, o tom carregado de uma intenção obscura. "Sabe, Enzo... sempre tive uma certa... nostalgia." Ele caminhou até a janela, olhando para a cidade. "Uma secretária. Branca. Como nos filmes antigos. Elegante, sensual... e profundamente submissa. Uma verdadeira ornamentação para o poder de um homem." Enzo engasgou, olhando para o velho com horror crescente. A proposta estava implícita, monstruosa. Mas o eco das palavras "execução pública" martelava em seu crânio. Entre a morte ou a perpétua degradação... e *isto*. "Sim...", Enzo sussurrou, a voz um fio. "Sim, Sr. Tyrone. Farei... farei o que o senhor desejar." A transformação foi meticulosa e brutal. Tyrone não perdeu tempo. Enzo desapareceu. Em seu lugar surgiu Bianca. Roupas chegaram em caixas de seda: calcinhas de cetim que eram mais fio dental que peça íntima; meias de seda com costura que terminavam em cinta-liga apertando suas coxas; saltos altíssimos que transformavam seus passos em tropeços doloridos; saias tão curtas que qualquer movimento era um risco; blusas transparentes que deixavam os mamilos rosados à mostra; sutiãs "tomara que caia" que realmente pareciam prestes a cair. Mãos de contador foram submetidas a unhas de acrílico longas e pintadas de vermelho-sangue. Sobrancelhas foram depiladas e arqueadas em um arco permanente de surpresa. Extensões transformaram o cabelo curto em uma cascata de ondas loiras até os ombros. Brincos de argola pesados puxavam seus lóbulos recentemente furados. Injeções de colágeno inchavam seus lábios num beicinho artificial. E começaram as injeções hormonais – estrogênio puro – iniciando uma metamorfose mais profunda e irreversível. Mr. Tyrone apresentou "Srta. Bianca" como sua nova secretária particular. O escritório inteiro engoliu em seco. O jovem Enzo? Sumido. Aquela... *criatura* de saia curta, saltos e lábios inchados tomava seu lugar. O medo de Tyrone era um manto pesado. Ninguém perguntou. Ninguém comentou. Apenas baixavam os olhos quando Bianca passava, arrastando os saltos, carregando pastas com unhas que dificultavam segurar uma caneta. O escritório conheceu uma nova rotina. Qualquer erro de Bianca – um café derramado, um documento perdido, uma resposta considerada "atrevida" – era punido com espetáculo público. O grito agudo de Tyrone ecoava: "*Bianca! Aqui! Agora!*" Ela tremia, aproximando-se. Tyrone se acomodava em sua poltrona de couro. Um puxão brusco, e Bianca era jogada de bruços sobre seus joelhos. A saia era levantada, revelando apenas o cetim da calcinha cobrindo as nádegas. A primeira palmada era sempre a mais alta, um estalo seco que cortava o ar. Seguiam-se outras, com a mão aberta de Tyrone, depois com uma régua de madeira que ele guardava na gaveta, às vezes com uma correia de couro fina. Cada golpe era acompanhado por gritos femininos histéricos de Bianca – gemidos altos, choros convulsivos que pareciam ensaiados, mas vinham de um lugar profundo de dor e humilhação. Os estalos e os gritos ecoavam pelo silêncio aterrorizado do escritório. Quando a sessão terminava, Bianca, soluçando, com o rosto encharcado de lágrimas e rímel escorrido, tinha que se ajoelhar entre as pernas de Tyrone. "*Obrigada... obrigada pela lição, Sr. Tyrone...*", ela gemia, a voz rouca. Então, com dedos trêmulos de unhas longas, ela abria o zíper da calça do velho. O membro negro e espesso emergia. Bianca envolvia-o com os lábios inchados de colágeno, chupando com uma força desesperada enquanto suas mãos massageavam as bolas pesadas de Tyrone. Ele reclinava-se na cadeira, os olhos semicerrados, um ronronar de satisfação escapando-lhe enquanto observava a cabeça loira movendo-se entre suas pernas. Os anos passaram. Bianca tornou-se uma criatura diferente. Os hormônios suavizaram seus traços, redistribuíram sua gordura. Os movimentos eram mais fluidos, mais femininos, aprendidos sob constante pressão e dor. A submissão não era mais apenas um disfarce; era uma sobrevivência instintiva. Numa noite, após Bianca ter "servido" Tyrone especialmente bem – com sua boca e seu corpo – ele puxou-a para o sofá de couro de sua mansão. "*Você aprendeu bem, minha Bianca*", murmurou, passando uma mão possessiva pelas suas nádegas ainda doloridas de uma surra recente. "*Tão obediente... tão útil...*" Ele olhou fixamente para ela, o olho antigo calculista. "*É hora de uma promoção. Você será minha esposa. Minha esposinha perfeita.*" Bianca estremeceu. Esposa? Era um abismo ainda mais profundo. Mas os fantasmas da prisão ugandense – a perpétua, a morte – eram mais assustadores. Ela baixou a cabeça, os brincos de argola balançando. "*Sim... senhor...*", sussurrou. O casamento foi discreto, mas a vida de Bianca transformou-se num palco permanente de obediência pornográfica. Em casa, na mansão, nos escritórios vazios à noite, até em eventos selecionados onde Tyrone exibia sua "exótica esposa brasileira". Bianca sabia exatamente como satisfazer seu "marido e senhor": de joelhos, de quatro, contra a parede. Sempre com gritos exagerados, gemidos teatrais que Tyrone adorava. Sempre oferecendo o que ele mais desejava: sua boca ou seu corpo. Às vezes, enquanto limpava o esperma do seu rosto ou sentia a dor latejante nas suas costas após uma sessão particularmente violenta, Bianca olhava-se no espelho. O reflexo era de uma mulher artificial, uma boneca de luxo. Os lábios inchados, os seios pequenos mas definidos pelos hormônios, o olhar vazio sob a maquiagem pesada. Uma estranha. Enzo estava morto. Restava Bianca. Ela suspirava, ajustando a cinta-liga que marcava sua carne. A humilhação era infinita. A dor, constante. O medo, onipresente. Mas era melhor do que a cela escura, melhor do que a forca. Bianca sorria para o reflexo, um sorriso vazio, treinado. Era o preço da liberdade. Ou pelo menos, da sobrevivência. E ela pagaria, dia após dia, até o fim.
     
      Posted on : Oct 16, 2025
     

     
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